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Perguntas frequentes (FAQs)

Com mais de 30 anos nesta actividade, a Ultra-Controlo é uma das principais empresas especializadas em vácuo, ar comprimido e sistemas de tratamento de ar.

A Ultra-Controlo lidera em Portugal o sector do vácuo, sendo o principal fornecedor de vácuo do país. No ar comprimido medicinal foi a primeira empresa em Portugal a implementar nas redes de ar comprimido hospitalares, filtros de alta eficiência, secadores de adsorção e unidades completas de purificação do ar.

A designação ainda hoje utilizada pelos projectistas de gases medicinais de “filtros micronicos” e “filtros sub-micronicos” vem da marca patenteada em todo o mundo, que implementámos em Portugal, desde 1983, com as referências “MF” e “SMF”.

As nossas respostas serão sempre dadas de acordo com o nosso vasto conhecimento e incentivaremos sempre a que ofereça a melhor solução levando em consideração que as pessoas que recorrem aos hospitais e unidades de saúde devem receber de nós o que de melhor se encontra disponível no mercado na área dos gases medicinais pois lidamos a saúde.

Por favor, sinta-se na obrigação de informar os decisores públicos ou privados sobre a solução certa em nome da sua comunidade. Nunca se esqueça do conselho sábio: “Não negues o bem àquele a quem é devido, quando está no poder da tua mão, fazê-lo” Uma boa decisão tomada hoje resultará em benefício para milhares de pessoas ao longo de décadas!

Se precisa de uma resposta para uma questão que não esteja aqui, por favor, pergunte à Ultra-Controlo.

Eis algumas perguntas frequentes:

Qual é o melhor compressor para produção de ar medicinal?
Qual é a melhor bomba de vácuo para produção de vácuo medicinal?
O ar medicinal precisa de tratamento especial?
Quão seco deve ser o ar medicinal?
Posso usar um secador de refrigeração para secar o ar medicinal?



Qual é o melhor compressor para produção de ar medicinal?

O melhor compressor para a produção de ar medicinal é, sem dúvida um compressor de embolo seco de dois estágios de compressão totalmente isento de óleo, com corpo em ferro fundido e todas as superfícies de contacto com o ar em materiais não ferrosos, incluindo válvulas das cabeças em aço inoxidável.

Os compressores de dentes rotativos (ou de garras) tão chamados isentos de óleo, não são na realidade isentos de óleo. Na verdade possuem caixas de engrenagens com até dezenas de litros de óleo. A selagem do óleo da caixa de engrenagens é “assegurada” por dois jogos de o´rings que custam menos de 20,00€! Imagine-se a segurança do compressor apostada em 20 euros! É daí muito frequente, os clientes estarem convencidos que instalaram um compressor isento de óleo e quando abrem as portas do compressor, vêem todo o interior banhado de óleo e a base do compressor inundado de óleo. Isto acontece frequentemente quando os o’rings se danificam, havendo uma fuga no sistema de labirinto da caixa de engrenagens e o óleo é expelido para dentro da canópia do compressor. No mesmo instante uma boa parte do óleo é aspirado pela admissão de ar do compressor e introduzido no sistema de filtragem sendo certo que á temperatura elevadíssima dos elementos compressores todo o óleo introduzido é vaporizado e inclusivamente transformado noutros compostos químicos altamente tóxicos que não são retidos sistemas de filtragem não preparados para a retenção de uma quantidade brusca e anormal de poluentes, acabando por atravessar o sistema, entrar na rede de ar medicinal e atingir os doentes que estiverem a inalar ar medicinal.

Para grandes débitos, o compressor de parafuso com injecção a água é a melhor solução neste caso. É de facto um contra-senso utilizar-se compressores de parafuso ou de pistão lubrificado a óleo, que injectam óleo no ar comprimido – contaminando-o e em seguida, haver a necessidade de utilizar uma cadeia de tratamento de ar cujo principal objectivo é remover de novo o dito óleo. Os Hospitais acarretam um elevadíssimo risco e com custos de tratamento de ar desmedidos quando aceitam a instalação de compressores lubrificados a óleo na sua central de produção de ar medicinal.

Os compressores de parafuso, para além de terem muitas partes móveis e os componentes realizarem milhares de movimentos que obrigam a manutenções frequentes e regulares e mais propensões de avarias, trazem um custo acrescido e elevadíssimo com a manutenção dos elementos filtrantes, cartuchos de absorção, separadores de óleo, óleo e assim por diante deve ser mudado em base regular, devido à presença de óleo. Incluindo medições da qualidade do ar. Para além disso, normalmente a vida útil dos compressores de parafuso são 10 anos e normalmente a cada 10 anos toda a central necessita de ser substituída. E do ponto de vista dos requisitos essências da Directiva 93/42/CEE estas centrais face ás tecnologias limpas existentes com compressores de embolo seco totalmente isentos de óleo, não cumprem os propósitos das leis de protecção da saúde. Por essa razão, na Suiça há mais de 30 anos que só é permitido nas centrais de produção de ar medicinal, compressores isentos de óleo nas redes de ar comprimido medicinal.

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Qual é a melhor bomba de vácuo para produção de vácuo medicinal?

Com as diferentes tecnologias de bombas para a criação de vácuo disponíveis, podemos dizer que quase todas servem para a produção de vácuo medicinal e recomendam-se. A tecnologia de dentes rotativos (de garra) é sem dúvida a mais eficiente em economia de energia de manutenção, no entanto há que contar com um investimento inicial mais elevado. Esta tecnologia permite a utilização de sistemas com variação de frequência, no entanto obriga também a um redimensionamento de todo o projecto de redes de vácuo medicinal. Vale a pena o investimento! Hospitais que pretendem reduzir os custos de energia e verem-se livres de despesas frequentes de manutenção devem optar por evoluírem para sistemas como este.

As bombas rotativas de palhetas a seco são ideais para hospitais em lugares isolados uma vez que os intervalos de manutenção destas bombas são bastantes espaçados. As bombas de vácuo de anel líquido são utilizadas em países onde existe uma fonte de água disponível com alguma qualidade de modo a evitar a corrosão ou a calcificação interna da mesma. As fugas de vácuo ou de água normalmente obrigam à substituição dos empanques de vedação. As contaminações por retrofluxo são uma preocupação a ter em conta bem como a destruição regular dos microorganismos por meios químicos. Nesses mesmos países aplicam também bombas de vácuo de anel liquido utilizando óleo como liquido de serviço como uma solução compacta para a produção de vácuo.

As bombas de vácuo de palhetas rotativas lubrificadas a óleo são, naturalmente, a primeira escolha em todo o mundo devido ao alto desempenho e fiabilidade. Contrariamente ás bombas de vácuo com palhetas em resina reforçada com fibra que, com a presença de humidades aspiradas incham e facilmente gripam, as bombas de vácuo com palhetas em alumínio são as mais recomendadas uma vez que não partem e nem agarram.

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O ar medicinal precisa de tratamento especial?

Sim, um metro cúbico de ar a 7 bar pode conter cerca de 28 milhões de partículas. A água presente na atmosfera é um verdadeiro contaminante tal como o óleo dos compressores lubrificados. Não menos importante se a central de produção de ar estiver perto de zonas de estacionamento, um sistema de purificação de ar adequado é essencial e obrigatório.

É muito importante estar ciente de que estas centrais degradam-se com o uso, havendo necessidade de uma manutenção regular e substituições periódicas de filtros e recargas. Se a central de produção for equipada com compressores totalmente isentos de óleo de dois estágios de compressão e se o local de instalação da central e de captação do ar se encontrar numa zona muito limpa, será necessário de todo o modo, uma cadeia de filtração e secagem de ar com um ponto de orvalho de -40ºC e filtros de remoção de CO e CO2 NOx e SOx para cumprir com os parâmetros da Farmacopeia Europeia. No entanto, a qualidade do ar entregue é sem duvida, superior a todas as normas internacionais sobre ar respirável.

Os intervalos de manutenção destas unidades de tratamento serão consideravelmente muito maiores para todos os filtros excepto as torres de adsorção. Assim, quanto melhor utilizar um bom sistema de tratamento de ar associado a um compressor de duplo estágio totalmente isento de óleo, mais próximo estará colado e a ficar, por certo, dentro dos padrões internacionais da ISO 7396-1.

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Quão seco deve ser o ar medicinal?

De acordo com estudos, o ar quente e húmido proporciona um ambiente ideal para o crescimento de micro-organismos. As bactérias e vírus também são trazidos para dentro do sistema de ar comprimido através da admissão do compressor. O ar ambiente geralmente pode conter até 3.850 micro-organismos por metro cúbico. Se apenas alguns organismos conseguissem entrar dentro da rede limpa, dum processo estéril ou de um sistema de distribuição, causaria danos enormes que não só diminuíam a integridade do sistema, mas podia causar prejuízos fisiológicos graves.

Um ponto de ponto de orvalho melhor do que -26ºC (-15ºF), vai inibir o crescimento de micro-organismos dentro do sistema de ar comprimido, no entanto, um secador por refrigeração não pode alcançar esses baixos níveis de vapor de água, sendo assim imprescindível a utilização de secadores de absorção para a aplicações em ar respirável e para uso medicinal.

Realizaram-se testes que mostraram que o desempenho dos catalisadores utilizados para a remoção de CO, são bastante afectados pela presença de vapor de agua. Um elemento catalisador novo que foi embalado a vácuo pode remover na admissão tanto quanto 65 ppm de monóxido de carbono no ar até o limite de exigido pela Farmacopeia Europeia de 5ppm para ar respirável. No entanto, uma unidade catalisadora foi deixada exposto à atmosfera para permitir a saturação com vapor de água e então testada da mesma forma. O cartucho antigo só conseguia catalisar à entrada da unidade 15ppm monóxido de carbono para atingir o limite de 5 ppm na saída. Outros testes mostraram que o uso de ar com um ponto de orvalho de-40ºC (-40ºF) foi gradualmente melhorando o desempenho do catalisador uma vez que o vapor de água ía sendo lentamente libertada do material catalizador, ao longo do tempo.

Portanto, em conclusão para evitar o crescimento de microrganismos, um ponto de orvalho melhor do que -26ºC (-15ºF) é necessário e o ideal é um ponto de orvalho de -40ºC (-40ºF) ou melhor, para aumentar o tempo de vida útil e o desempenho do granulado filtrante nos sistemas de produção de ar comprimido para uso medicinal.

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Posso usar um secador de refrigeração para secar o ar medicinal?

Nós não recomendaríamos em qualquer circunstância de fazê-lo pois é completamente impossível de cumprir com os padrões internacionais exigidos para a qualidade do ar medicinal.


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